Analizar uma pessoa nas entrelinhas, é verificar o que ela dizia antigamente, o que diz hoje, com suas atitudes nas respectivas épocas, o que estiver incongruente é o que está nas entrelinhas... se observarmos melhor, veremos que algumas entrelinhas são complicadas.... revela o verdadeiro carater da pessoa, pq ninguém consegue fingir o tempo todo, e nem mentir o tempo todo, uma hora ela se entrega.Quanto mais nos aproximams de alguem é que realmente podemos analizar estas entrelinhas. Por isso que não me iludo com lindos discursos, ou belo sorrisos... o Arruda discursava muito bem, tinha um carisma fantástico, porém um carater altamente corrompido. A bíblia nos ensina a DISCERNIR OS ESPÍRITOS ( Isso significa DISCERNIR AS PESSOAS).
SHALOM ADONAI
Leumane Rabelo
Continua...
Um espaço onde será compartilhado textos e pensamentos,sobre diversos assuntos com a finalidade de informar, esclarescer e questionar, dentro de um abiente de respeito e de liberdade.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença".terça-feira, 27 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
O SIGNIFICADO DO NASCIMENTO DE JESUS
Isaías 7:14 “Portanto o SENHOR mesmo vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho , e lhe chamarás Emanuel”.
Nesta data, onde nos reunimos com nossos familiares, trocamos presentes, comemos bastante etc... é importante sempre temos em mente a necessidade de sempre estudarmos o verdadeiro sentido desta data tão celebrada no mundo: O NASCIMENTO D E JESUS.
O profeta Isaías, podemos dizer que é o profeta messiânico, pois em quase todo seu conteúdo é diretamente ligado aos evangelhos e às cartas Paulinas, principalmente a Epístola aos Romanos.
No tempo do rei Acaz, atacado por uma coligação inimiga, foi-lhe dado esta profecia através do profeta Isaías, no verso 01, de que o nascimento virginal de EMANUEL (que significa: Deus conosco, bem presente, real e verdadeiro), seria m sinal de que as professas feitas a Davi que sua semente viria o Messias, seriam cumpridas.
Tendo este princípio como base para nosso pensamento, podemos ponderar:
01) O Nascimento de Jesus – Cumprimento das profecias dos profetas, atestando a veracidade das Escrituras Sagradas.
Setecentos anos (700), antes da vinda do nosso SENHOR, Isaías profetizou o nascimento do Messias:
Todas as profecias messiânicas falavam no mínimo detalhe sobre este evento tão celebrado pelos cristãos:
Qual cidade, a morte das crianças, a fuga de sua família para o Egito, a morada de sua família em Nazaré, a vida de João Batista, a morada de sua família em Cafarnaum, seus milagres, sua morte e ressurreição, se cumpriram detalhadamente.
Miquéias 5:2 “E tu, Belém Efrata, pequena demai para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.”
Oséias 11:1 “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu Filho”.
Várias outras profecias de Jeremias e de Isaías, e outras demais, atestam que as Escrituras Sagradas, SÃO INFALÍVEIS.
02) O Nascimento de Jesus – Atesta que DEUS é soberanamente PODEROSO, e para Ele NADA é IMPOSSÍVEL
Todos que já estudaram um pouquinho, sabem que para se ter um bebê, precisa-se de gametas masculinos e femininos, ou seja, ter material genético do homem e da mulher...
O nascimento de Jesus foge toda a lógica e as leis da Natureza, da Ciência e da tecnologia, confundindo os mais sábios cientistas e geneticistas, porém, pelo Seu Grande e Soberano Poder, Deus, se Encarnou no ventre de uma virgem, Maria, sem nenhuma ação do homem, e alguns meses depois, nasce um menino com todas as características de um ser humano normal, é ou não é um MILAGRE?
Portanto somente pela Fé, é que podemos conceber tal entendimento desta Revelação Divina, como também podemos entender a Criação do Universo.
Hebreus 11:3 “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de DEUS, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”.
Lucas 1:37 “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas”.
03) O Nascimento de Jesus – Significa o interesse de Deus pelos homens
Devido à queda do homem, sua desobediência e rebeldia, que aconteceu lá no Jardim do Eden, criou-se um abismo o separando de Deus.
DEUS: infinito, eterno, ilimitado, Todo-Poderoso, puríssimo, sábio, amor, perfeito em todo seu ser.
Homem: Pecador, limitado, impuro, finito, egoísta, rebelde, desobediente, pequeno, criatura, e devido ao pecado, inimigo de Deus, obstinado, corrompido (Romanos 3:23, 5:12 e 6:23).
Apesar deste imenso abismo, tabernaculou em forma humana, se esvaziando, e se sujeitando ao cumprimento à lei (João 1:1, Filipenses 2:5-9).
Portanto, não há maior sinal do interesse de Deus pelos homens do que o Nascimento de Jesus.
04) O Nascimento de Jesus – É um sinal de que Deus veio Salvar o Seu povo dos pecados deles
Emanuel – é chamado no Novo Testamento de “JESUS” que em hebraico significa “Salvador” (Mateus 1:21).
Jesus veio salvar os eleitos dos pecados, conforme determinação de Deus (Efésios 1:3-14)
É um sinal indubitavel de que Deus é fiel para com seu Povo Eleito e Escolhido.
Deus nos amou incondicionalmente, e através de sua Graça, derramou em nós o seu amor , fazendo com que nós também pudéssemos amá-lo, e este amor, esta Graça, nos deu a fé necessária para crermos n´Ele para que sejamos salvos. Somente Deus tem este poder e sua Graça é impossível do coração do homem resistir por muito tempo, pois para Deus, quando Ele determina, NADA pode impedir seu propósito, nem a dureza do coração do homem (Jeremias 23: 29 “Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiúça a pedra?”
Deus manifesta sua Graça através da Palavra de Deus, pois é por meio dela que a Fé é gerada em nossos corações.
CONCLUSÃO
Portanto, todos os salvos em Jesus, celebrem ao nosso Salvador, Emanuel – Deus Conosco, e a cada dia, venhamos a adorá-lo, em Espírito de Verdade, através da entrega diária, do carregar a nossa cruz, de anunciar o Evangelho de Cristo e a testemunhar as dádivas espirituais que Ele nos concede a cada dia, através de Sua Graça e Misericórdia, porque o Nascimento de Jesus nos mostra que as Bíblia é infalível e verdadeira, que Ele veio para nos redimir dos nossos pecados, que Deus se importa com os homens e que Nada é Impossível para Deus, que as promessas d´Ele, serão TODAS cumpridas.
Para aqueles que ainda não tem a certeza da Salvação ou do sentido verdadeiro do Natal e o que ele representa, entregue sua vida a Ele, declare-o com sua boca e creia em seu coração que ELE É O ÚNICO SENHOR E SALVADOR DE SUA VIDA, e com o coração arrependido verdadeiramente, peça PERDÃO de seus pecados , faça essa oração que serás selado com o Espírito Santo e a partir de então, começarás a entender melhor o que as Escrituras dizem a respeito de Cristo e então terás uma vida em abundância, com libertação de vícios e da escravidão do pecado.
Um Feliz Natal, e que Jesus Reine em nossos corações a cada dia, nos transformando em pessoas melhores e mais obedientes à Ele.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Sobre o Natal
Véspera de Natal, em toda mídia e nas ruas se falam do "Espírito do Natal"... pessoas ficam mais sensíveis, fazem caridade alguns dias que antecedem, às 00h trocam abraços presentes, choram, fazem declarações de amor, etc... no outro dia curtem seus presentes, uma semana depois, o "Espírito do Natal" se vái, para então vir o "Epírito do Ano Novo", o que semana passada era "celebração para Jesus"... se desfaz e começa-se a fazer oferendas para "espíritos demoníacos" com nome de "orixás e "santos" e "santas", regado a orgia, sensualidade, sexo, bebedeiras e muito mais, vem então mês depois, um espírito mais demoníaco, o do Carnaval, sensualidade , álcool, prosmiscuidade, drogas, culto a demônios... essa é a sociedade e a mídia que mais de 80% da população mundial que em um dia "lembra de Jesus" e o restante do ano o deixa de lado. Um exemplo claro, é no CD, na parte de agradecimento, Leo, da dupla Vitor & Leo, agradece primeiro à "rainha mãe - Maria" só depois fala de Jesus, só que foi Jesus que morreu na Cruz... uma falta de identidade, uma cegueira espiritual, uma prisão na liberdade de pecar, esta é a sociedade que, mesmo sem saber, geme pela manifestação dos Filhos de Deus, anunciando o verdadeiro Evangelho, o de Jesus, não o do espiritismo, do sincretismo religioso, não o da falsa piedade, mas sim o EVANGELHO da RESSUREIÇÃO, da VIDA ETERNA, do PERDÃO, DO AMOR - DA LUZ.
Então, como Labaredas de Fogo, nós, habitantes do Reino de Deus, devemos mostrar o Verdadeiro Amor, que lança fora todo medo, nos amando como JESUS NOS AMOU E ENSINOU - João 13:34.
NATAL - não é um "espírito" para nos manter bonzinhos por um determinado período,
NATAL - é celebrar JESUS CRISTO, TODOS os dias de nossas vidas, demonstrando o amor, andando em santidade de acordo com as Escrituras.
FELIZ NATAL A TODOS!!!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Aprendendo sobre os DONS ESPIRTUAIS
DONS ESPIRITUAIS
TEXTOS CHAVES:
E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo. Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens. (Ef 4.7,8).
1 Co 12. 1,4,5,7,8-12,14,15,17, 24,25, 28-31
Rm 12:3-8 ; Ef 4:11
INTRODUÇÃO
No capítulo 12 de 1 Corintios, o Apóstolo Paulo, vem corrigir alguns erros que estavam acontecendo naquela comunidade de fé com respeito aos dons espirituais, onde, esta comunidade estavam vivendo uma grande manifestação dos dons, porém, muitos estavam os utilizando de maneira errônea visando a ostentação e o espetáculo.
O Estudo dos Dons Espirituais é muito empolgante, pois adentramos numa realidade “mística” do Evangelho, de algo que se faz dentro de nós a partir do nada; também empolgante, pois deslumbramos capacidades e poderes que excedem nossa compreensão, que estão além de nós mesmos e que às vezes experimentamos em nossa própria existência. Some-se a isto a obscuridade que reveste o assunto, as polêmicas em torno do entendimento correto dos dons do Espírito e suas diversidades.
Estudar os Dons Espirituais é algo muito amplo, pois é um assunto que possui vários aspectos, vertentes, que precisam ser examinados. Dentre estes aspectos podemos perguntar: Quantos dons existem na Bíblia? Quantos são contemporâneos? Pode-se perguntar ainda: Quais os tipos de dons? Que categoria existe entre eles? Como se classificam? O que significa cada um deles? Estas são algumas perguntas que revelam a multiplicidade de portas de entradas para o estudo dos dons.
Diante deste quadro, cremos ser de grande importância compreender bem o ensino bíblico à respeito dos dons espirituais. Tomando a primeira carta de Paulo aos Coríntios, cap 12, temos as seguintes razões para este estudo:
1) Discernir entre os verdadeiros e os falsos carismáticos (possuidores de dons);
2) Entender de onde e de que forma se procede os dons;
3) Verificar a variedade dos dons e a “importância” de cada um;
4) Entender para que serve os dons;
1) Definição de Dons
a) Natureza dos Dons - Ef 4:7,8 / 1 Co 12:11
Os dons não surgem do nada, como novidade no Novo Testamento, são antes manifestações conhecidas desde o Antigo Testamento, na sua maioria. A diferença reside na freqüência operacional deste na vida da comunidade de fé. Enquanto no Antigo Testamento se presenciavam manifestações esporádicas, no Novo Testamento constituem a base de dinamismo, serviço e unidade dentro do Reino de Deus.
Portanto, a natureza dos dons, procede UNÍCA E EXCLUSIVAMENTE DE DEUS. Isto significa, que uma pessoa, só poderá ter um dom se Deus assim o lho der.
Cabe ressaltar, que na disposição das funções trinitárias (Trindade: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo), o ESPÍRITO SANTO é o encarregado na distribuição dos dons. ( 1 Co 12:11)
Uma questão importante, é se uma pessoa não crente pode ou não ter dons do Espírito Santo.
Segundo o teólogo reformador João Calvino “Pois ninguém , que fala pelo Espírito de Deus, pode amaldiçoar a Cristo; em contrapartida, ninguém pode honrar a Cristo, exceto pelo Espírito de Deus. Afirmar que Jesus é anátema significa pronunciar blasfêmia contra ele. Afirmar que Jesus é Senhor significa falar dele com honra e reverência, visando a exaltar sua majestade”... Neste ponto, Calvino afirma que uma pessoa, no que diz respeito à influência do Espírito Santo, pode até cantar louvores a Jesus e honrá-lo com lábios, cita ainda o exemplo de Judas Escariotes, isto significa que tem um dom de mero conhecimento factual (=intelligentiae), porém o dom da regeneração é quando a pessoa é realmente regenerada, nascida de novo, pelo Espírito Santo.
Outra prova, bíblica, de que uma pessoa pode manifestar os dons do Espírito Santo, e não ser salva, é em Mateus 7:21-23.
Cabe ressaltar aqui, que em via de regra, os dons são dados aos que realmente são regenerados pelo Espírito de Deus.
A obra salvífica nos reconciliou com Deus e com o nosso próximo, derrubando a barreira da inimizade e da desigualdade (Ef 2.11-22). Todavia, é interessante observar que todas estas bênçãos nos foram asseguradas pela inserção do Espírito em nós, o qual nos redime e nos unifica em Cristo (Ef 1.13, 2.18).
A redenção o Espírito aplica em nós através da regeneração e a unidade e aperfeiçoamento do Corpo de Cristo por meio dos dons, administrados soberanamente por Ele.
b) Definição
Como vimos, os dons espirituais são resultados direto dos propósitos salvíficos de Deus desde o Antigo Testamento, não sendo uma espécie de manifestação nova no Novo Testamento, mas apenas cumprimento de profecias veterotestamentárias.
A palavra grega de onde deriva o termo “dons” é carisma,twn, “charismáton”, referindo-se a “dons da graça de Deus”, e que portanto, não é resultado do nosso merecimento, nem alguma forma de recompensa por nosso esforço na fé.
Com base no que vimos, podemos, agora, definir dons como:
“ a capacitação variada e diversificada dada por Deus ao seu povo, por meio da ação e administração soberana do seu Espírito, a fim de promover a sua glória no mundo, revelando e executando sua vontade, e a unidade e aperfeiçoamento do Corpo de Cristo no serviço prestado ao seu Deus. “Um dom espiritual, então, é mais do que uma possessão, é um canal através do qual o Espírito Santo ministra para Sua igreja. Isto significa que Ele escolheu edificar a Igreja.”
(Fred G. Zaspel, Dons Espirituais, in: http://www.monergismo.com/textos/dons_espirituais/dons1_zaspel.htm
2) Algumas distinções necessárias
i) Dons do Espírito e Dom do Espírito
Os dons do Espírito não são iguais ao dom do Espírito. Em Atos 2:38 Pedro diz para aqueles que inquiriram sobre a salvação, “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo”. O “dom” (singular) do Espírito é simplesmente o próprio Espírito Santo. O próprio Espírito Santo era o Dom prometido para todos aqueles que cressem em Jesus. Jesus falou disto em diversas ocasiões. João 7:38-39 registra uma dessas.
Nem devemos confundir os dons do Espírito com o fruto do Espírito. Os dons são serviços para serem prestados aos outros; “fruto” fala das graças ou traços característicos de uma pessoa habitada pelo Espírito Santo. Quando o Espírito de Deus toma residência num homem, Ele não somente o capacita para servir, mas também começa a cultivar a santidade, a evidência de que é um solo profundo, o “amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23). Tanto o fruto como os dons são essenciais. Ambos são manifestações da habitação do Espírito. Mas os dois não são a mesma coisa.
iii) Dons e Talentos
Qual a diferença entre um dom e um talento? É freqüentemente dito que nós nascemos com certos talentos, habilidades naturais, mas quando nascemos de novo é nos dado dons espirituais — talentos sendo naturais e dons sendo sobrenaturais. É interessante que tal brilhante distinção nunca é descrita nas Escrituras. Ela é freqüentemente inferida ou apenas presumida, hoje, mas nunca declarada dessa forma nas Escrituras. E com todos os fatos examinados, parece que esta distinção é inútil e difícil, se não impossível, de se demonstrar.
Exemplo: Gálatas 1:15-16, por exemplo, declara, efetivamente, que Paulo foi dotado para pregar desde antes o seu nascimento. Mas este dom, obviamente, não foi exercitado até muitos anos depois. Certamente, ele, sem dúvida, pregava e ensinava antes de crer, mas tal pregação ou ensino recebeu inteiramente uma nova dimensão quando ele foi salvo. Ele tinha o dom (talento) desde o começo; ele se tornou “espiritual” quando ele se tornou espiritual. (Um homem “espiritual” é um cristão. Esta é a terminologia de Paulo em 1 Coríntios 2:14-15). Seus dons (os quais, sem dúvida, foram soberanamente dados também) “naturais” se tornaram espirituais simplesmente porque ele mesmo se tornou espiritual.
CONTEXTUALIZAÇÃO: qual é a diferença entre o que o seu professor de Escola Dominical faz para você todas as manhãs de Domingo e o que seu professor da faculdade lhe faz? A diferença é óbvia: o ensino do seu professor de Escola Dominical, ou do seu pastor — embora o mesmo talento, dom, possa ser usado numa sala de aula secular — tem uma dimensão totalmente diferente. Este ensino é espiritual e ministra para a igreja. O talento é o mesmo, mas recebeu uma nova dimensão e uma nova capacidade — uma capacidade para as coisas espirituais. Muitos professores se tornaram “espirituais” e assim ganharam a capacidade para ministrar para a igreja com o mesmo talento, o mesmo dom, que ele tinha desde o começo. Este talento simplesmente se tornou aprimorado em sua capacidade de servir à igreja eficazmente. Tornou-se espiritual.
Assim o contraste não é absoluto; nem há distinções necessárias. Deus sabiamente e providencialmente equipa no nascimento; a dimensão espiritual é adicionada no novo nascimento, mas o talento em si mesmo é basicamente o mesmo.
iv) Importância e Hierarquia com relação aos Dons
No texto de 1 Co 12.4-6 o apóstolo Paulo designa os carismas com três adjetivos diferentes os quais lhe atribuem propósitos. É importante frisar que tais adjetivos não se referem à classificação dos dons, mas aos propósitos que cumprem:
a. diakoniw/n, diaconion, diaconia (v.4). Como temos dito, os dons tem como propósito principal o serviço ao Corpo de Cristo. Através dos dons que o Espírito nos outorga temos a oportunidade de ajudar a comunidade de fé em Jesus a crescer, se desenvolver e aperfeiçoar, preservando a unidade. Os carismas devem criar “liga” na igreja, e não divisões.
b. evnerghma,twn, energemáton (v.5). Esta palavra grega refere-se a energia, força. Os dons servem ao propósito de energizar, ou dar força, à Igreja no cumprimento de sua missão. Por isso são entendidos como capacitações especiais do Espírito.
c. fane,rwsij, fanerois (v.6). Por fim, os dons têm a finalidade de “manifestar”, ou “fazer visível” o serviço prestado na comunidade na vida um do outro. Ou seja, eles têm por finalidade se manifestar na vida do outro, à serviço do outro.
v) Hierarquia com relação aos Dons
Considerando a diversidade dos dons por causa das necessidades do Corpo de Cristo, podemos dizer que todos os dons são importantes, não havendo entre eles nenhum que seja insignificante. Todos são úteis e proveitosos.
Todavia, tomando como referência a abrangência, existem dons mais importantes e menos importantes. Daí a razão do apóstolo Paulo insistir na necessidade de mostrar interesse em torno dos “melhores dons”. No final do cap. 12, vv.27-31, ele estabelece uma ordem hierárquica quanto aos carismas. É interessante observar que:
a. A lista não está completa, sendo tomado apenas alguns exemplos dentro da ordem que se estabelece.
b. A prioridade apontada se volta para os dons de maior abrangência (o corpo como um todo), na comunidade, indo depois para aqueles que atendem parte do corpo, até chegar naqueles que são individuais.
c. Dentro desta organização hierárquica o dom de línguas é o último, por sua pequena abrangência de serviço.
d. Apesar da hierarquização funcional, todos os dons são importantes para a Igreja de Cristo Jesus, não devendo nenhum ser desprezado.
3) Os Dons e suas Funções
Que “a quádrupla divisão de dons de fundamento, sustentação, serviço e sinal reconhece ainda mais a importante distinção entre os dons de fundamento temporários e os outros dons de sustentação que são permanentes, sendo antes uma parte da fase superestruturada da igreja, do que de sua fase fundacional de edificação” (Zaspel).
Além disso, esta divisão distingue bem entre o que é o fundamento bíblico-teológico da Igreja (profetas e apóstolos) e aquilo que deve ser o trabalho de edificação/sustentação que decorre deles. Por fim, podemos dizer que esta divisão atende melhor à perspectiva da funcionalidade dos dons dentro do corpo de Cristo.
Portanto, é melhor estudarmos os dons espirituais a partir da quádrupla distinção e as suas implicações para a vida da Igreja.
RELAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DONS
Textos: Romanos 12:3-8 ; 1 Corintios 12:8-11 e 28 ; Efésios 4:11
FUNDAMENTO SUSTENTAÇÃO SERVIÇO SINAL
01 - FUNDAMENTO
Apóstolos
Profetas
02 - SUSTETAÇÃO
Evangelização
Ensino
Pastor-Mestre Liderança
03 - SERVIÇO
Governo
Exortação
Fé
Contribuição
Socorro
Misericórdia
Ministério (Serviço) Sabedoria
04 - SINAL
Sabedoria
Conhecimento
Discernimento de espíritos
Milagres
Curas
Línguas
Interpretação de línguas
FUNÇÕES
a. Dons de Fundamento - Apóstolos e Profetas: esses dons não existem mais no sentido que o Novo Testamento os revela, pois a eles cabia a fundamentação bíblico-teológica da caminhada do povo de Deus. Era principal função daqueles que tinham tal dom a revelação da Palavra de Deus. Daí porque se diz que a Igreja de Cristo se fundamenta nos ensinos dos profetas e apóstolos, sendo ela mesma considerada uma Igreja Apostólica. Podemos encontrar variações destes dons em nossos dias, tais como a obra missionária e a pregação, mas de forma alguma se confundem com aquilo que estes carismas representavam para a Igreja neotestamentária.
b. Dons de Sustentação: evangelistas, pastores-mestres, ensino: são dons presente na vida da Igreja que procura expandi-la (evangelistas), fundamentá-la (ensino) e apascentá-la (pastor-mestre), a partir daquilo que foi ensinado pelos profetas e apóstolos, contextualizando a comunidade segundo a sua própria época de existência.
c. Dons de Serviço: carismas que dinamizam a vida do corpo de Cristo dando-lhe ordem, organização e praticidade, promovendo a unidade da Igreja através do serviço mútuo.
d. Dons de Sinais: têm por finalidade revelar a glória e o poder de Deus ao mundo segundo as necessidades de cada época e da comunidade. Não são dons comuns, nem freqüentes, porém, esporádicos e passageiros, cumprindo com propósitos específicos.
OUTRO ASPECTO SOBRE OS DONS
Manifestos
Conceito: Trata-se de dons que você já usou muitas vezes e que, de certa maneira já foram confirmados. É muito provável que os seus dons estejam de fato nessas áreas. Se você assumir alguma responsabilidade na igreja deve fazer o possível para que seja no exercício de dons correspondentes a essas áreas.
Latentes
Conceito: Os dons considerados latentes são aqueles com os quais você deveria fazer experiências e testes agora. Somente assim você irá descobrir se um deles faz parte, de fato, do seu conjunto de dons. Se houver uma oportunidade de realizar uma tarefa em que esses dons serão usados, aceite o trabalho.
MANIFESTOS
1. Organização – esse dom capacita cristãos a entender os objetivos para áreas específicas do ministério e elaborar planos eficientes para alcançar esses objetivos. 1. libertação – esse dom capacita cristãos a ajudar pessoas que sofrem com opressões demoníacas a experimentarem libertação.
2. conhecimento – esse dom capacita cristãos a descobrir, coletar, analisar e formular informações e idéias que são importantes para o bem da igreja. 2. cura – esse dom capacita cristãos a servir como instrumentos por meio dos quais Deus restaura a saúde de pessoas doentes sem o uso dos meios da medicina.
3. ajuda – esse dom capacita cristãos a colocar suas próprias capacidades a serviço de outros cristãos, de modo que estes possam usar seus próprios dons de modo mais eficaz.,
4. sofrimento – esse dom capacita cristãos a sofrer pela sua fé mantendo uma disposição alegre e vitoriosa. 3. pastoral – esse dom capacita cristãos a assumir, a longo prazo, responsabilidade pessoal pelo bem espiritual de um grupo de cristãos.
5. hospitalidade – esse dom capacita cristãos a manter sua casa aberta e receber, de forma calorosa, pessoas que necessitam de hospedagem e alimentação. 4. missionário – esse dom capacita cristãos a usar seus outros dons em um contexto cultural diferente.,
1. aconselhamento – esse dom capacita cristãos a servir outros por meio da consolação, exortação e encorajamento, de modo que eles experimentem ajuda e cura.,
2. ensino – esse dom capacita cristãos a comunicar verdades relevantes para a saúde da igreja, de tal maneira que outros aprendam.,
3. milagres – esse dom capacita cristãos a servirem como instrumentos por meio dos quais Deus realiza obras poderosas que rompem as leis da natureza.,
4. profecia – esse dom capacita cristãos a receber e comunicar uma mensagem de Deus para o seu povo por meio do Espírito Santo.
5. serviço – esse dom capacita cristãos a reconhecer onde algo deve ser feito e colocar-se à disposição para o serviço.
6. discernimento – esse dom capacita cristãos a discernirem se um determinado comportamento tem origem divina, humana ou demoníaca.,
7. misericórdia – esse dom capacita cristãos a, por meio de ações práticas, demonstrar empatia para com aqueles que estão com problemas físicos, emocionais ou psíquicos. 10. fé – esse dom capacita cristãos a discernir a vontade de Deus para o desenvolvimento futuro do ministério com um grau incomum de confiança.,
8. sabedoria – esse dom capacita cristãos a ajudar pessoas a aplicar conhecimentos existentes a situações específicas.,
9. interpretação – esse dom capacita cristãos a reproduzir numa língua conhecida uma mensagem que alguém apresentou em línguas.,
10. liderança – esse dom capacita cristãos a estabelecer objetivos para a igreja, e comunicá-los aos outros de tal forma que trabalhem voluntariamente para alcançar esses alvos.
CONCLUSÃO
Portanto, vimos a importância do correto entendimento bíblico a respeito dos Dons, onde, podemos ressaltar:
1) O cuidado para discernirmos os verdadeiros e os falsos carismáticos (que possuem dons espirituais);
2) Os dons procedem do Espírito Santo, soberanamente, para que haja edificação para o Corpo de Cristo;
3) Os dons devem nos unir, visão a UNIDADE do CORPO e não causar separação (1Co 12:26);
4) Todos os dons têm sua importância em comum, porém quanto à amplitude e responsabilidade não podem ser considerados igualmente.
5) Existe uma variedade de dons e que como integrantes do corpo de Cristo, TODOS possuem, ao menos 01 dom que pode ser usado em favor igreja.
Longe da intenção de banalizar qualquer prática por mais que equivocada esteje, o estudo a observânca criteriosa da Bíblia, gera-se como consequencia uma forma de pontuar, em amor, algo que está em discordância com as Escrituras Sagradas, tendo como pressuposto, que Elas (as Escrituras), têm a palavra final a respeito de tudo na vida de um cristão genuíno.
Cabe ressaltar, uma negligência quanto ao correto ensino Bíblico sobre os Dons, vimos em alguns lugares, o que pode ser chamado de "meninice" e até "carnalidade" com relação a este assunto, um emocionalismo exacerbado que deve ser revisto por muitos, e pedir a Deus para lhos darem entendimento da verdadeira motivação de seus corações quanto à expressão dos dons Espirituais, para assim, o nome do SENHOR seja cada vez mais engrandecido e glorificado.
Leumane Rabelo
Fontes:
Artigo do Rev . Airton Williams, Igreja Episcopal Carismática do Brasil.
http://www.monergismo.com/textos/dons_espirituais/dons1_zaspel.htm
Comentário Bíblico, 1 Coríntios – João Calvino, Ed. Paracletos.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
31 de outubro da Reforma Protestante - 95 teses de Martinho Lutero
Iniciado no início do Século XVI no ano de 1517, Martinho Lutero protestou na frente da igreja do Castelo de WittenBerg contra a doutrina da Igreja Católica, defendendo as 95 teses sobre a reforma protestante.
Neste período Martinho Lutero ganhou apoio de governantes e religiosos em vários países da Europa, com a reforma um dos destaques foi o acesso a leitura da Bíblia em vários idiomas e dando a liberdade de criar vários grupos de estudos conhecidos como denominações tais como; Luteranismo, Calvinistas, Batistas e Metodistas.
Conheça as 95 teses defendidas por Matinho Lutero.
Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, façam-no por escrito.
Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amém.
1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).
3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
4. Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.
7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
11. Essa cizânia de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais quanto menor for o amor.
15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.
16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.
17. Parece necessário, para as almas no purgatório, que o horror devesse diminuir à medida que o amor crescesse.
18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontrem fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza disso.
20. Portanto, por remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.
26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.
27. Pregam doutrina mundana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa[1], pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas, como na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal?
30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.
31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.
32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Ele.
34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.
35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.
36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plena tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de indulgência.
37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem carta de indulgência.
38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina[2].
39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar simultaneamente perante o povo a liberalidade de indulgências e a verdadeira contrição.[3]
40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, ou pelo menos dá ocasião para tanto.[4]
41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.[5]
42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.
43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.[6]
44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.
45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.
46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.
47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.
48. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (assim como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que do dinheiro que se está pronto a pagar.
49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.
50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.
52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.
53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.
54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.
55. A atitude do Papa necessariamente é: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja, a partir dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.
58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.
59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.
60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem estes tesouros.
61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos especiais, o poder do papa por si só é suficiente.[7]
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63. Mas este tesouro é certamente o mais odiado, pois faz com que os primeiros sejam os últimos.
64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é certamente o mais benquisto, pois faz dos últimos os primeiros.
65. Portanto, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.
66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.
67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tais, na medida em que dão boa renda.
68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.
70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbidos pelo papa.
71. Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.
72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.
73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,
74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram fraudar a santa caridade e verdade.
75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.
76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados venais no que se refere à sua culpa.
77. A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa.
78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I.Coríntios XII.
79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insigneamente erguida, eqüivale à cruz de Cristo.
80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes sermões sejam difundidos entre o povo.
81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil nem para os homens doutos defender a dignidade do papa contra calúnias ou questões, sem dúvida argutas, dos leigos.
82. Por exemplo: Por que o papa não esvazia o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas –, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?
83. Do mesmo modo: Por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
84. Do mesmo modo: Que nova piedade de Deus e do papa é essa que, por causa do dinheiro, permite ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, mas não a redime por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta por amor gratuito?
85. Do mesmo modo: Por que os cânones penitenciais – de fato e por desuso já há muito revogados e mortos – ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
86. Do mesmo modo: Por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos ricos mais crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
87. Do mesmo modo: O que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à plena remissão e participação?
88. Do mesmo modo: Que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências, outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?
90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e fazer os cristãos infelizes.
91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
92. Portanto, fora com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo "Paz, paz!" sem que haja paz!
93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz![8]
94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno.
95. E que confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.
SHALOM ADONAI
Leumane Rabelo
Neste período Martinho Lutero ganhou apoio de governantes e religiosos em vários países da Europa, com a reforma um dos destaques foi o acesso a leitura da Bíblia em vários idiomas e dando a liberdade de criar vários grupos de estudos conhecidos como denominações tais como; Luteranismo, Calvinistas, Batistas e Metodistas.
Conheça as 95 teses defendidas por Matinho Lutero.
Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, façam-no por escrito.
Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amém.
1. Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
2. Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).
3. No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
4. Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
5. O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoados os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações, a culpa permaneceria.
7. Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
8. Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
9. Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
11. Essa cizânia de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
13. Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
14. Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais quanto menor for o amor.
15. Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.
16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.
17. Parece necessário, para as almas no purgatório, que o horror devesse diminuir à medida que o amor crescesse.
18. Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontrem fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza disso.
20. Portanto, por remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
21. Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
23. Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
24. Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
25. O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.
26. O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.
27. Pregam doutrina mundana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa[1], pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
29. E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas, como na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal?
30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.
31. Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.
32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Ele.
34. Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.
35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.
36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plena tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de indulgência.
37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem carta de indulgência.
38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina[2].
39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar simultaneamente perante o povo a liberalidade de indulgências e a verdadeira contrição.[3]
40. A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, ou pelo menos dá ocasião para tanto.[4]
41. Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.[5]
42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.
43. Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.[6]
44. Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.
45. Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.
46. Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.
47. Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.
48. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (assim como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que do dinheiro que se está pronto a pagar.
49. Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.
50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto – como é seu dever – a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extorquem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.
52. Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.
53. São inimigos de Cristo e do Papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.
54. Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.
55. A atitude do Papa necessariamente é: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja, a partir dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.
58. Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.
59. S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.
60. É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem estes tesouros.
61. Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos especiais, o poder do papa por si só é suficiente.[7]
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63. Mas este tesouro é certamente o mais odiado, pois faz com que os primeiros sejam os últimos.
64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é certamente o mais benquisto, pois faz dos últimos os primeiros.
65. Portanto, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.
66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.
67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tais, na medida em que dão boa renda.
68. Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69. Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.
70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbidos pelo papa.
71. Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.
72. Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.
73. Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,
74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram fraudar a santa caridade e verdade.
75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.
76. Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados venais no que se refere à sua culpa.
77. A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa.
78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I.Coríntios XII.
79. É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insigneamente erguida, eqüivale à cruz de Cristo.
80. Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes sermões sejam difundidos entre o povo.
81. Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil nem para os homens doutos defender a dignidade do papa contra calúnias ou questões, sem dúvida argutas, dos leigos.
82. Por exemplo: Por que o papa não esvazia o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas – o que seria a mais justa de todas as causas –, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica – que é uma causa tão insignificante?
83. Do mesmo modo: Por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
84. Do mesmo modo: Que nova piedade de Deus e do papa é essa que, por causa do dinheiro, permite ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, mas não a redime por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta por amor gratuito?
85. Do mesmo modo: Por que os cânones penitenciais – de fato e por desuso já há muito revogados e mortos – ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
86. Do mesmo modo: Por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos ricos mais crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
87. Do mesmo modo: O que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à plena remissão e participação?
88. Do mesmo modo: Que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
89. Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências, outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?
90. Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e fazer os cristãos infelizes.
91. Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
92. Portanto, fora com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo "Paz, paz!" sem que haja paz!
93. Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz![8]
94. Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno.
95. E que confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.
SHALOM ADONAI
Leumane Rabelo
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Resumo Crítico do livro Entendes o que Lês?
RESUMO CRÍTICO DO LIVRO:
Entendes o que lês?
Gordon D. Fee & Douglas Stuart
Apresentação do Resumo
O livro: “Entendes o que lês?” dos autores Gordon D. Fee & Douglas Stuart, vem com uma proposta de esclarecer e informar aos leitores conceitos muito importantes para uma sóbria leitura, análise e interpretação dos textos bíblicos, como se refere os tópicos abaixo:
Capítulo 01
Introdução: A Necessidade de Interpretação
Ressalta a necessidade de conhecimento e entendimento para fazer uma boa interpretação, principalmente pelo fato que todo leitor é um interprete e, ao analisar textos que seu verdadeiro sentido não estiver claro, portanto, leva-se à utilizar as técnicas que ajudarão aos leitores a ter maior eficácia na interpretação.
A necessidade de interpretar também é achada por meio de notar aquilo que acontece em nosso redor o tempo todo, principalmente no que se diz à algumas atrocidades dogmáticas de igrejas que dizem basear-se em um texto bíblico, como a questão do véu, das mulheres não poderem falar na igreja, batismo de criança, etc.
É tratado também da Natureza da Escritura, afirmando que a Bíblia é a Palavra de Deus, e têm relevância eterna, fala para toda a humanidade em todos os tempos e culturas. Deus escolheu falar a sua Palavra através de palavras humanas no decorrer da história, portanto a interpretação da Bíblia é exigida “tensão” que existe entre a relevância eterna e sua particularidade histórica.
Neste capítulo, nos é apresentado as duas técnicas de interpretação: a Exegese e a Hermenêutica.
Exegese
É o estudo cuidadoso e sistemático da Escritura para descobrir o significado original que foi pretendido, sendo uma tarefa basicamente histórica. É tentar escutar a Palavra conforme os destinatários originais devem tê-las ouvido.
Dentro desta técnica é averiguado duas perguntas importantes: a) Contexto e o b) Conteúdo no qual se passa o texto analisado, c) ferramentas.
a) Contexto inclui duas vertentes:
- Contexto Histórico: refere-se à várias coisas: a época e a cultura do autor e dos seus leitores, ou seja, os fatores geográficos, topográficos e políticos que são relevantes ao âmbito do autor; e a ocasião do livro, carta, salmo, etc. Todos os assuntos desde tipo são muito importantes para a compreensão.
- Contexto Literário: refere-se à tarefa mais árdua e difícil da exegese, pois significa que as palavras somente fazem sentido dentro de frases, e, na sua maior parte, as frases na Bíblia somente têm significado em relação às frases anteriores e posteriores. Nesta técnica feita algumas perguntas: “Qual é a razão disto?”, Devemos procurar descobrir a linha de pensamento do autor. O que ele está dizendo e por que o diz exatamente naquele texto? E depois quais são as lições ensinadas? Etc.
b) Conteúdo – tem relação direta com o significado das palavras, com os relacionamentos gramaticais nas frases, e com a escolha do texto original onde os manuscritos têm textos variantes. Inclui, também certo número de itens mencionados supra em “contexto histórico”, como exemplo: “significado de denário”, “jornada de um sábado”, “lugares altos”, etc.
c) Ferramentas – refere-se aos recursos utilizados pelo leitor para utilizar na interpretação do texto, e faz a diferença se o material for de boa qualidade. Exemplos: Manual Bíblico, uma bíblia com uma boa tradução e bons comentários bíblicos.
Hermenêutica
Neste livro ressalta também o conceito e a necessidade da Hermenêutica, como abrangendo ordinariamente o campo inteiro da interpretação, incluindo a exegese, sendo usada também, para procurar a relevância contemporânea dos textos antigos.
A Hermenêutica é, contudo a preocupação de se achar no texto bíblico a intenção original de seu escritor.
Portanto, explica-se neste capítulo introdutório que o texto bíblico não pode ser forçado a significar tudo quanto significam para qualquer determinado leitor, ou seja, o texto não pode significar o que nunca significou, com isso, é dada de uma forma abrangente algumas informações a respeito da interpretação.
Capítulos 02 a 07
Nestes capítulos são apresentadas peculiaridades na uso da exegese e hermenêutica referente aos livros bíblicos: Epístolas, Narrativas do Antigo Testamento, Atos dos Apóstolos, os Evangelhos e as Parábolas.
Muitos aspectos foram abordados elucidando algumas passagens que aparentemente parecem de fácil interpretação, porém apresentam aspectos que o leitor intérprete deve observar:
Ressaltando as Narrativas do Antigo Testamento, foi aplicado o conceito de Narrativa, atribuindo-as como histórias, elucidado com veemência a sua veracidade e não caráter “mitológicos”, “conto improvável” ou “estórias”. A Narrativa é classificada em três níveis: Superior, Intermediário e ulterior, cada um desses conceitos fazem muita diferença na hora da aplicação da exegese e da hermenêutica para uma correta interpretação e aplicação bíblica.
Capítulo 08
Neste capítulo é tratado quanto à interpretação de várias leis contidas na TORÁ (Pentateuco), trazendo observações importantes e definições nas quais elucidam os textos, fazendo com que o leitor possa entender, interpretar muitas leis que são específicas para o povo de Israel Antigo e não para os cristãos. Como exemplo:
• Definição de Lei como uma aliança onde o cumprimento demonstra a lealdade por parte do povo para com Deus;
• Diferenciação entre os tipos de Leis: Apodítica e Casuística
• Lei do Derramamento de Sangue, etc.
O interessante é que ficou muito claro que as Leis que Deus implantou não era a seu “bel” prazer, nem capricho de um Ser superior para demonstrar a sua soberania, mas sim com propósitos bem definidos referente à proteção e preservação do seu povo, a fim de demonstrar o cuidado com a sua saúde, prosperidade e não deixa-los misturarem seus ritos religiosos com os demais povos pagãos.
Capítulo 09
Capítulo referente à Profecia, de muita utilidade para a interpretação bíblica, pois, traz a definição de Profecia Bíblica, elucidando o leitor intérprete para que não confunda os termos de profecia da atualidade.
Subtópicos como Conceito, Função, Contextos e Formas de Pronunciamentos Proféticos foram muito bem trabalhados, onde várias especificações destes tópicos foram muito bem conceituadas e explanadas.
A forma com que foi trabalhado os oráculos, na profecia foi muito interessante, pois desmistifica que a profecia seria para o futuro escatológico e sim com referência ao futuro próximo do Povo de Israel Antigo, sempre com exortação ao arrependimento ou à consagração para com o povo, seguindo sempre de uma promessa para a obediência e uma sentença para a desobediência.
Capítulo 10
Capítulo destinado às orientações quanto a correta interpretação do Livro dos Salmos, o livro é especificado como uma coletânea de orações e hinos inspirados hebraicos e também muito conhecido dos cristãos no tocante à adoração e na meditação, os ajuda o crente a expressar alegrias e tristezas, sucessos e fracassos, esperanças e pesares.
O Livro dos Salmos não é apenas uma coletânea de palavras expressadas de por Deus para o homem, mas também do homem para Deus, e mesmo nas duas situações são tidas como Palavra de Deus. Este conceito é muito importante pois muitas situações às vezes simples porém interpretadas equivocadamente.
Várias observações exegéticas foram colocada, tais como indicando o tipo de poema que compõem os Salmos: poemas musicais, onde este gênero tem toda a sua peculiaridade na leitura e na sua interpretação.
Foi explicado também o uso dos Salmos no Israel Antigo, como cânticos funcionais, compostos por israelitas para o uso no culto. A função dos Salmos, no que refere-se à cânticos funcionais é o de fazer a conexão entre o adorados e Deus.
Vários os tipos de Salmos foram explanados, dando também informações peculiares sobre cada tipo, tais como:
Lamentações;
Hinos de Louvor;
Salmos da História de Israel;
Salmos de Celebração e Afirmação, etc.
Capítulo 11
Os livros sapienciais (livros de Sabedoria), que são : Jó, Eclesiastes e Provérbios, onde são explanados quanto à sua natureza, sendo Divina, e através do seus conceito foi mostrado três forma equivocadas de erros na leitura e interpretação desses livros.
Em cada livro sapiencial foi informado a sua peculiaridade na forma de interpretação de algumas passagens, como exemplo: A linguagem especificamente religiosa é raras vezes usada em Provérbios, pois é na realidade, um meio de corretivo à tendência de espiritualizar tudo, como se houvesse algo de errado com o mundo básico, material e físico; como se Deus tivesse falado: “É ruim” ao invés de “É bom”, quando contemplou pela primeira vez aquilo que fizera.
Algumas diretrizes Hermenêuticas foram dadas, através dos seguintes aspectos:
• Os Provérbios Não são Garantias Legais da parte de Deus;
• Devem ser lidos como uma Coletânea;
• Têm uma redação para ser de fácil memorização e não teoricamente acurados.
Usando o Livro de Provérbios os autores deram várias dicas no uso da Hermenêutica para a sua correta interpretação, nas quais podem também serem usados nos demais livros sapienciais, atentando, para suas peculiaridades e contextos.
Capítulo 12
É tratado aqui dos livros mais complicados da Bíblia, o Apocalipse, como é comentado pelos escritores, é um livro onde possui três tipos diferentes de gêneros literários em uma só: Apocalíptica, Profecia e Carta.
O gênero Apocalíptico é o mais dos três o que tem mais por menores, porque não temos este gênero literário em nossa cultura, portanto fica mais complicado em se fazer a hermenêutica correta, sem fazer antes uma excelente exegese. A apocalíptica utiliza figuras alusivas que não são comuns ao cotidiano tanto do povo de Israel Antigo como a atualidade, diferenciando assim das parábolas e profecia, que utilizam alegorias simples.
Ao longo do capítulo é mostrada a natureza do Apocalipse com vários tópicos, mostrando peculiaridade dos contextos Literários e Históricos, bem como questões de Hermenêutica deste gênero para que possamos começar a desenvolver uma exegese e uma hermenêutica sadia e eficaz, sem forçar os textos para interesses pessoais e sim expressar realmente o que o texto quis e quer dizer para o povo de Deus.
CONCLUSÃO
A importância de conhecermos e buscarmos conhecer vários mecanismos e fontes para uma boa interpretação da bíblica faze-se necessários, pois é percebido no decorrer do livro muitos equívocos que fazem quando critérios e ferramentas são usadas erroneamente ou nem são usadas, fazendo com que a correta interpretação dos textos bíblicos fiquem prejudicados.
O livro é muito bom, pois dá informações importantes a respeito da Exegese e da Hermenêutica sobre os vários tipos de literaturas, como exemplo: epístolas, parábolas, apocalíptica, salmos, etc., mostrando as diferenças entre cada gênero e automaticamente, a diferença no processo exegético e hermenêutico de cada um deles.
As informações sobre o livro de Salmos, foram as que, na minha óptica, as que poderiam ser bem melhor explanadas, porém, é um livro onde acrescenta muitas informações úteis para nós amantes do estudo e aplicação genuína da Palavra de Deus.
SHALOM ADONAI
Leumane Rabelo
terça-feira, 2 de agosto de 2011
SANTOS E SACERDOTES - MANTENDO O FOGO ACESO
Textos :
1 Pe 2:7-9
"7 Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas , para os descrentes,
a pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular
8 e:
Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra , sendo
desobedientes, para o que também foram postos.
9 Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real , nação santa, povo de propriedade exclusiva
de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua ma-
ravilhosa luz;
Lv 6:10-13
"10 O Sacerdote vestirá a sua túnica de linho e os calções de linho sobre a pele nua, e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto a este.
11 Depois, despirá as suas vestes e porá outras; e levará a cinza para fora do arraial a um lugar limpo.
12 O fogo, pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e sobre ele quimará a gordura das ofertas pacíficas.
13 O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.
A Epístola de 1 Pedro, foi escrita às igrejas das cinco provinciais da Ásia Menor: Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, igrejas fundadas pelo Apóstolo Paulo, portanto escrita para os CRENTES EM CRISTO. Segundo historiadores, Pedro, uma vez e outra visitou essas igrejas. A algumas delas, Paulo escrevera, como aos Gálatas, Efésios e Colossenses, mais tarde, a algumas dessas mesmas igrejas, o Apóstolo João endereçou o livro do Apocalipse.
A igreja, nesta época, estava sendo severamente perseguida por Nero, 64-67 d.C. em todo o Império Romano. Cristãos eram queimados VIVOS, no jardim de Nero, a exemplo de seu líder, qualquer motivo era pretexto para a perseguição. Em Roma e seus arredores multidões de cristãos foram presos e mortos dos modos mais cruéis:
- Crucificados;
- Envoltos em pele e jogados em arenas para serem atacados por cães, até morrerem;
Assim, morreram muitos Mártires Cristãos. *
Era um tempo que muitos pensavam que tinha chegado o fim
- Era uma prova de FOGO, para os crentes da época,
- Era o momento de definir sua posição: SE ESTAVAM COM CRISTO, OU DO LADO DO SISTEMA DEMONÍACO DE NERO.
Esta mensagem de 1 Pedro também é para nós, talvez muitos não sabem da perseguição que os cristãos têm sofrido no mundo: Na Índia e na Coréia do Sul? Pastores mulheres e filhos de Pastores são torturados e mortos em sua frente, para que ele possa negar a sua crença.
Em meio a esta perseguição, Pedro escreve aos crentes, incentivando- os a manter um proceder de SANTIDADE, dando várias instruções, uma delas é RESSALTAR a IDENTIDADE DO CRISTÃO: RAÇA ELEITA, SACERDÓCIO REAL, NAÇÃO SANTA, POVO DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA DE DEUS.
IDENTIDADE é de SUMA IMPORTÂNCIA, POIS SOMENTE QUANDO SABEMOS QUEM SOMOS É QUE SABEREMOS COMO E PORQUE NOS POSICIONAR-MOS EM TODAS AS SITUAÇÕES.
CADA VEZ MAIS SOMOS DESAFIADOS A TER UMA POSTURA SANTA NESTA GERAÇÃO ONDE OS VALORES ESTÃO SENDO INVERTIDOS
É IMPORTANTE RESSALTAR NESTE VERSÍCULO: NAÇÃO SANTA E SACERDÓCIO REAL
1) NAÇÃO SANTA:
Ser uma NAÇÃO SANTA, mostra que somos um povo ESCOLHIDO POR DEUS, e ser ESCOLHIDO, é SER SEPARADO, portanto SER SANTO:
a) É SER SEPARADO POR DEUS E PARA DEUS PARA UM PROPÓSITO ESPECÍFICO.
b) Somos SEPARADOS, não porque DEUS viu alguma virtude em nós, ou porque somos bonitinhos ou feinhos, pobres ou ricos, brancos ou negros, alto ou baixo, bons ou maus: ELE NOS ESCOLHE PELA SUA SOBERANIA, PORQUE ELE NOS AMA APESAR DOS NOSSOS DEFEITOS E NOSSAS LIMITAÇÕES;
- Jacó (aquele que pega pelo calcanhar – Deus o escolheu desde o ventre de sua mãe)
JACÓ Virou Israel
Gn 25:23 “E o SENHOR lhe disse: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor.”
- Saulo, perseguidor ferrenho da igreja, foi chamado e escolhido, se tornou APÓSTOLO PAULO.
- Jo 15:16 “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.”
QUEM É SANTO, TEM QUE TER SANTIDADE NA VIDA!!!
SANTIDADE: mostrar o caráter de CRISTO em NOSSAS VIDAS. Caráter significa características pessoais. A PALAVRA CRISTÃO significa PEQUENOS CRISTOS, pois na época de Jesus foram chamados assim porque AGIAM e FALAVAM como CRISTO. 1 Pedro, é uma Epístola que fala BÁSICAMENTE DE SANTIDADE:
a) LIVRANDO DOS MAUS E VELHOS DESEJOS - 1 Pe 1:14 e 1 Pe 2:1
SANTO é Ser nova Criatura – OS VELHOS PECADOS NÃO PODEM MOVER A VIDA.
- Sansão (Jz 16:19-20)
- Saú (1Sm)
- Os Filhos de Arão (Lv 10:1) (Nadabe e Abiu – ofereceram fogo estranho)
b) TER TEMOR A DEUS NO DECORRER DE NOSSAS VIDAS - 1Pe 1:17b
- Uma vida de reverência, RESPEITO, SUBMISSÃO e OBEDIÊNCIA.
c) TENDO PACIÊNCIA E AMOR NA HORA DO CONFRONTO DE NOSSA FÉ: 1Pe 3:15-16
- AMAR AS PESSOAS QUE ACREDITAM, PENSAM OU TEM FÉ DIFERENTE DA NOSSA
NO DECORRER DE NOSSA VIDA, VIVEMOS MUITAS SITUAÇÕES DIFÍCEIS: TROPEÇAMOS, OU CAÍMOS E NOS LEVANTAMOS PARA NOS TORNAR MELHORES, ESTE PROCESSO CHAMA-SE SANTIFICAÇÃO, QUE É CONSEGUIDA ATRAVÉS DO EXERCÍCIO DO: SACERDÓCIO REAL:
No N.T não necessitamos de UM SACERDOTE, pois o VÉU FOI RASGADO, e temos LIVRE ACESSO AO TRONO, AGORA, SOMOS TODOS SACERDOTES, e nós mesmo apresentamos nossa vida a DEUS mediante JESUS. 1Pe 2:5 (diz que somos pedra viva,sacerdócio santo)
2) O SACERDÓCIO E O HOLOCAUSTO - Lv 6:10-13
No A.T. os SARCEDOTES eram responsáveis por:
- Manter o FOGO aceso na CASA DO SENHOR, no TABERNÁCULO.
- Guardar a Lei e instruir os leigos;
- Cuidado e administração do Tabernáculo;
- Ter SANTIDADE nas suas Vestes
- APRESENTAR OS HOLOCAUSTOS (Queima completa do animal sacrificado sobre o altar) para expiar os pecados do povo e dele próprio
Hoje NÓS somos os SACERDOTES, A CASA DO SENHOR, o TABERNÁCULO (2Co 5:4)
Hoje, não se SACRIFICA ANIMAIS, NÓS SOMOS OS SACRIFÍCIOS VIVOS (Rm 12:2)
- O FOGO representa a PRESENÇA DE DEUS (Lv 9:24)
DEUS SE MANIFESTA TAMBÉM COM FOGO: - Foi assim com Moisés na Sarça Ardente: (Ex 3:26)
- O FOGO representa JUÍZO; (Nm 11:1- o povo estava murmurando e o fogo do SENHOR desceu)
- O FOGO representa PURIFICAÇÃO ( Lv 6 holocaustos)
- O FOGO representa PODER/AVIVAMENTO (At 1:8)
- O FOGO representa o ESPÍRITO SANTO DE DEUS. (At 2-1-4)
a) O HOLOCAUSTO (O SACRIFÍCIO)- Lv 6:9, 12 (na manhã colocará outro holocausto)
O sacrifício queimava da noite até a manhã, depois era tirado as cinzas e colocado um novo sacrifício, e desta vez, tinha a gordura, que é a oferta pacífica, e este sacrifício mantinha o fogo aceso.
A cada dia, somos bombardiados de todos os lados para que abandonemos, ou negociemos nossa fé, é só perceber os programas de televisão, reportagens, etc.
O Mundo tem oferecido MANJARES DEMONÍACOS, prontos para:
a) APAGAR O FOGO DE DEUS em nossas vidas,
b) PARA TIRAR NOSSA SANTIDADE,
c) PARA POR EM DÚVIDA A NOSSA FÉ E NOSSOS CONCEITOS;
b) ELEMENTOS DO HOLOCAUTO (SACRIFÍCIO) A DISPOSIÇÃO DA LENHA E DO SACRIFÍCIO (Lv 1 e Lv 6:12 )
1) HOLOCAUSTO – SOMOS NÓS: O SACRIFÍCIO VIVO – É carregar a nossa CRUZ
2) FOGO – PRESENÇA DE DEUS
3) LENHA – SIMBOLIZA NOSSAS OBRAS
PROCESSO PARA O SACRIFÍCIO:
1º. O FOGO – Tem que ter PRESENÇA DE DEUS, Se o sacrifício não for VERDADEIRO, DE CORAÇÃO E PARA O ÚNICO DEUS, então o SACRIFÍCIO É DE TOLO.
- Motivação do CORAÇÃO tem que estar em DEUS, se o seu “SACRIFÍCIO”, for para agradar, ao seu líder, então seu sacrifício será em vão. Um exemplo é a NOSSA OFERTA e o DÍZIMO (Dinheiro), quando der com motivação de SOBERBA, não agradará a DEUS, será em vão.
2º. LENHA – A lenha era colocada EM ÓRDEM – Nossas obras não podem ser de qualquer jeito.
- DEUS QUANDO NOS SEPARA, SEPARA PARA UM SERVIÇO, CADA UM TEM UM CHAMADO, UM FUNÇÃO NO CORPO DE DEUS, SOMOS PEDRAS VIVAS, E CADA PEDRA TEM UMA FUNÃO, A PEDRA QUE NÃO ESTIVER NO LUGAR, COMPROMETE A ESTRUTURA, COMO CORPO, SE ALGUM MEMBRO SOFRE, TODO O CORPO SOFRE.
Jr 48:10 “Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR fraudulosamente; e maldito aquele que retém a sua espada do sangue.”
3º. INCENSO – O Incenso queimando no altar simboliza as nossas orações (Sl 141:2), que tem que ser contínuas na PRESENÇA DE DEUS – MAIS ORAÇÃO, MAIS PODER. DEVEMOS INTENSIFICAR NOSSA VIDA DE ORAÇÃO.
Ef 6:18 “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.”
c) RENOVAÇÃO ESPIRITUAL - Lv 6:11
No processo de SANTIFICAÇÃO, precisamos de RENOVAÇÃO ESPIRITUAL
Hc 3:2 “aviva, ò SENHOR, a tua obra no meio dos anos...”
No ALTAR DE HOLOCAUSTOS, sempre sobrava cinzas, da CARNE QUEIMADA E DA LENHA (madeira), e sempre tinha que ser retirada a cada manhã, antes que outro sacrifício fosse colocado na lareira.
AS CINZAS representam as experiências DO PASSADO e as que EXPERIÊNCIAS QUE NÃO AGRADARAM A DEUS, estas temos que jogar fora de nossas vidas:
- Decepções - Frustrações - magoas - Pecado
Fp 3:13-14 – está escrito para esquecermos as ESCENDO DAS COISAS QUE PARA TRÁZ FICAM.
- DO ARREPENDIMENTO PURO E VERDADEIRO;
Sem arrependimento não temos perdão;
- QUANDO LIBERAMOS PERDÃO PARA COM AS PESSOAS QUE NOS MAGOARAM.
d) OFERTA PACÍFICA - Lv 6:12b
Significa que no junto ao sofrimento, ao SACRIFÍCIO, TEMOS QUE DAR GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM E A SUA MISERICÓRDIA DURA PARA SEMPRE.
AÇÃO DE GRAÇAS significa um ATO de DEVOÇÃO a DEUS, agradecimento por um bem:
O SACRIFÍCIO MAIOR FEITO POR NÓS – CRISTO JESUS – O CORDEIRO DE DEUS.
Portanto, nenhum sacrifício que podemos fazer irá ser MAIOR que o que NOSSO SENHOR , fez na CRUZ do CALVÁRIO. Este é o principal motivo:
Mt 16:24 “... se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua CRUZ e siga-me”.
Somos NAÇÃO SANTA, SARCEDÓCIO REAL, a partir do momento que REALMENTE JESUS é O SENHOR da NOSSA vida , isto significa que:
1) ELE ME CHAMOU E ESCOLHEU
2) EU ATENDI O CHAMADO E FUI ATÉ ELE
1) OFEREÇO-ME COMO SACRIFÍCIO VIVO, SANTO E AGRADÁVEL A DEUS;
2) JÁ NÃO VIVO MAIS EU, CRISTO VIVE EM MIM;
3) A MINHA VIDA ESTÁ NA CRUZ DO CALVÁRIO
- Não vivo de paixões carnais, e não sou escravo do pecado;
4) MINISTRO O MEU SACRIFÍCIO NA CRUZ, ATRAVÉS DA OBEDIÊNCIA, DAS MINHAS ORAÇÕES E DA MINHA CONSAGRAÇÃO.
5) SOU VESTIDO COM AS VESTES DA SALVAÇÃO
6) SE EU TROPEÇAR, NÃO FICAREI PROSTADO, ELE ME LEVANTARÁ, ATRAVÉS DO MEU ARREPENDIMENTO OBTENHO O PERDÃO.
7) ESTANDO EM CRISTO SOU REVESTIDO COM O PODER DO ESPÍRITO SANTO
1 Pe 2:7-9
"7 Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas , para os descrentes,
a pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular
8 e:
Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra , sendo
desobedientes, para o que também foram postos.
9 Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real , nação santa, povo de propriedade exclusiva
de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua ma-
ravilhosa luz;
Lv 6:10-13
"10 O Sacerdote vestirá a sua túnica de linho e os calções de linho sobre a pele nua, e levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto sobre o altar, e a porá junto a este.
11 Depois, despirá as suas vestes e porá outras; e levará a cinza para fora do arraial a um lugar limpo.
12 O fogo, pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e sobre ele quimará a gordura das ofertas pacíficas.
13 O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.
INTRODUÇÃO:
A Epístola de 1 Pedro, foi escrita às igrejas das cinco provinciais da Ásia Menor: Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, igrejas fundadas pelo Apóstolo Paulo, portanto escrita para os CRENTES EM CRISTO. Segundo historiadores, Pedro, uma vez e outra visitou essas igrejas. A algumas delas, Paulo escrevera, como aos Gálatas, Efésios e Colossenses, mais tarde, a algumas dessas mesmas igrejas, o Apóstolo João endereçou o livro do Apocalipse.
A igreja, nesta época, estava sendo severamente perseguida por Nero, 64-67 d.C. em todo o Império Romano. Cristãos eram queimados VIVOS, no jardim de Nero, a exemplo de seu líder, qualquer motivo era pretexto para a perseguição. Em Roma e seus arredores multidões de cristãos foram presos e mortos dos modos mais cruéis:
- Crucificados;
- Envoltos em pele e jogados em arenas para serem atacados por cães, até morrerem;
Assim, morreram muitos Mártires Cristãos. *
Era um tempo que muitos pensavam que tinha chegado o fim
- Era uma prova de FOGO, para os crentes da época,
- Era o momento de definir sua posição: SE ESTAVAM COM CRISTO, OU DO LADO DO SISTEMA DEMONÍACO DE NERO.
Esta mensagem de 1 Pedro também é para nós, talvez muitos não sabem da perseguição que os cristãos têm sofrido no mundo: Na Índia e na Coréia do Sul? Pastores mulheres e filhos de Pastores são torturados e mortos em sua frente, para que ele possa negar a sua crença.
Em meio a esta perseguição, Pedro escreve aos crentes, incentivando- os a manter um proceder de SANTIDADE, dando várias instruções, uma delas é RESSALTAR a IDENTIDADE DO CRISTÃO: RAÇA ELEITA, SACERDÓCIO REAL, NAÇÃO SANTA, POVO DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA DE DEUS.
IDENTIDADE é de SUMA IMPORTÂNCIA, POIS SOMENTE QUANDO SABEMOS QUEM SOMOS É QUE SABEREMOS COMO E PORQUE NOS POSICIONAR-MOS EM TODAS AS SITUAÇÕES.
CADA VEZ MAIS SOMOS DESAFIADOS A TER UMA POSTURA SANTA NESTA GERAÇÃO ONDE OS VALORES ESTÃO SENDO INVERTIDOS
É IMPORTANTE RESSALTAR NESTE VERSÍCULO: NAÇÃO SANTA E SACERDÓCIO REAL
1) NAÇÃO SANTA:
Ser uma NAÇÃO SANTA, mostra que somos um povo ESCOLHIDO POR DEUS, e ser ESCOLHIDO, é SER SEPARADO, portanto SER SANTO:
a) É SER SEPARADO POR DEUS E PARA DEUS PARA UM PROPÓSITO ESPECÍFICO.
b) Somos SEPARADOS, não porque DEUS viu alguma virtude em nós, ou porque somos bonitinhos ou feinhos, pobres ou ricos, brancos ou negros, alto ou baixo, bons ou maus: ELE NOS ESCOLHE PELA SUA SOBERANIA, PORQUE ELE NOS AMA APESAR DOS NOSSOS DEFEITOS E NOSSAS LIMITAÇÕES;
- Jacó (aquele que pega pelo calcanhar – Deus o escolheu desde o ventre de sua mãe)
JACÓ Virou Israel
Gn 25:23 “E o SENHOR lhe disse: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor.”
- Saulo, perseguidor ferrenho da igreja, foi chamado e escolhido, se tornou APÓSTOLO PAULO.
- Jo 15:16 “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.”
QUEM É SANTO, TEM QUE TER SANTIDADE NA VIDA!!!
SANTIDADE: mostrar o caráter de CRISTO em NOSSAS VIDAS. Caráter significa características pessoais. A PALAVRA CRISTÃO significa PEQUENOS CRISTOS, pois na época de Jesus foram chamados assim porque AGIAM e FALAVAM como CRISTO. 1 Pedro, é uma Epístola que fala BÁSICAMENTE DE SANTIDADE:
a) LIVRANDO DOS MAUS E VELHOS DESEJOS - 1 Pe 1:14 e 1 Pe 2:1
SANTO é Ser nova Criatura – OS VELHOS PECADOS NÃO PODEM MOVER A VIDA.
- Sansão (Jz 16:19-20)
- Saú (1Sm)
- Os Filhos de Arão (Lv 10:1) (Nadabe e Abiu – ofereceram fogo estranho)
b) TER TEMOR A DEUS NO DECORRER DE NOSSAS VIDAS - 1Pe 1:17b
- Uma vida de reverência, RESPEITO, SUBMISSÃO e OBEDIÊNCIA.
c) TENDO PACIÊNCIA E AMOR NA HORA DO CONFRONTO DE NOSSA FÉ: 1Pe 3:15-16
- AMAR AS PESSOAS QUE ACREDITAM, PENSAM OU TEM FÉ DIFERENTE DA NOSSA
NO DECORRER DE NOSSA VIDA, VIVEMOS MUITAS SITUAÇÕES DIFÍCEIS: TROPEÇAMOS, OU CAÍMOS E NOS LEVANTAMOS PARA NOS TORNAR MELHORES, ESTE PROCESSO CHAMA-SE SANTIFICAÇÃO, QUE É CONSEGUIDA ATRAVÉS DO EXERCÍCIO DO: SACERDÓCIO REAL:
No N.T não necessitamos de UM SACERDOTE, pois o VÉU FOI RASGADO, e temos LIVRE ACESSO AO TRONO, AGORA, SOMOS TODOS SACERDOTES, e nós mesmo apresentamos nossa vida a DEUS mediante JESUS. 1Pe 2:5 (diz que somos pedra viva,sacerdócio santo)
2) O SACERDÓCIO E O HOLOCAUSTO - Lv 6:10-13
No A.T. os SARCEDOTES eram responsáveis por:
- Manter o FOGO aceso na CASA DO SENHOR, no TABERNÁCULO.
- Guardar a Lei e instruir os leigos;
- Cuidado e administração do Tabernáculo;
- Ter SANTIDADE nas suas Vestes
- APRESENTAR OS HOLOCAUSTOS (Queima completa do animal sacrificado sobre o altar) para expiar os pecados do povo e dele próprio
CONTEXTUALIZAÇÃO:
Hoje NÓS somos os SACERDOTES, A CASA DO SENHOR, o TABERNÁCULO (2Co 5:4)
Hoje, não se SACRIFICA ANIMAIS, NÓS SOMOS OS SACRIFÍCIOS VIVOS (Rm 12:2)
- O FOGO representa a PRESENÇA DE DEUS (Lv 9:24)
DEUS SE MANIFESTA TAMBÉM COM FOGO: - Foi assim com Moisés na Sarça Ardente: (Ex 3:26)
- O FOGO representa JUÍZO; (Nm 11:1- o povo estava murmurando e o fogo do SENHOR desceu)
- O FOGO representa PURIFICAÇÃO ( Lv 6 holocaustos)
- O FOGO representa PODER/AVIVAMENTO (At 1:8)
- O FOGO representa o ESPÍRITO SANTO DE DEUS. (At 2-1-4)
COMO SACERDOTES DO REI JESUS, SOMOS RESPONSÁVEIS
POR MANTER O FOGO EM NOSSAS VIDAS
a) O HOLOCAUSTO (O SACRIFÍCIO)- Lv 6:9, 12 (na manhã colocará outro holocausto)
O sacrifício queimava da noite até a manhã, depois era tirado as cinzas e colocado um novo sacrifício, e desta vez, tinha a gordura, que é a oferta pacífica, e este sacrifício mantinha o fogo aceso.
CONTEXTUALIZAÇÃO:
O PROCESSO DE SANTIFICAÇÃO É NOS APRESENTAR COMO
SACRIFÍCIO VIVO DIÁRIAMENTE
O Mundo tem oferecido MANJARES DEMONÍACOS, prontos para:
a) APAGAR O FOGO DE DEUS em nossas vidas,
b) PARA TIRAR NOSSA SANTIDADE,
c) PARA POR EM DÚVIDA A NOSSA FÉ E NOSSOS CONCEITOS;
b) ELEMENTOS DO HOLOCAUTO (SACRIFÍCIO) A DISPOSIÇÃO DA LENHA E DO SACRIFÍCIO (Lv 1 e Lv 6:12 )
1) HOLOCAUSTO – SOMOS NÓS: O SACRIFÍCIO VIVO – É carregar a nossa CRUZ
2) FOGO – PRESENÇA DE DEUS
3) LENHA – SIMBOLIZA NOSSAS OBRAS
PROCESSO PARA O SACRIFÍCIO:
1º. O FOGO – Tem que ter PRESENÇA DE DEUS, Se o sacrifício não for VERDADEIRO, DE CORAÇÃO E PARA O ÚNICO DEUS, então o SACRIFÍCIO É DE TOLO.
- Motivação do CORAÇÃO tem que estar em DEUS, se o seu “SACRIFÍCIO”, for para agradar, ao seu líder, então seu sacrifício será em vão. Um exemplo é a NOSSA OFERTA e o DÍZIMO (Dinheiro), quando der com motivação de SOBERBA, não agradará a DEUS, será em vão.
2º. LENHA – A lenha era colocada EM ÓRDEM – Nossas obras não podem ser de qualquer jeito.
- DEUS QUANDO NOS SEPARA, SEPARA PARA UM SERVIÇO, CADA UM TEM UM CHAMADO, UM FUNÇÃO NO CORPO DE DEUS, SOMOS PEDRAS VIVAS, E CADA PEDRA TEM UMA FUNÃO, A PEDRA QUE NÃO ESTIVER NO LUGAR, COMPROMETE A ESTRUTURA, COMO CORPO, SE ALGUM MEMBRO SOFRE, TODO O CORPO SOFRE.
Jr 48:10 “Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR fraudulosamente; e maldito aquele que retém a sua espada do sangue.”
3º. INCENSO – O Incenso queimando no altar simboliza as nossas orações (Sl 141:2), que tem que ser contínuas na PRESENÇA DE DEUS – MAIS ORAÇÃO, MAIS PODER. DEVEMOS INTENSIFICAR NOSSA VIDA DE ORAÇÃO.
Ef 6:18 “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.”
c) RENOVAÇÃO ESPIRITUAL - Lv 6:11
No processo de SANTIFICAÇÃO, precisamos de RENOVAÇÃO ESPIRITUAL
Hc 3:2 “aviva, ò SENHOR, a tua obra no meio dos anos...”
No ALTAR DE HOLOCAUSTOS, sempre sobrava cinzas, da CARNE QUEIMADA E DA LENHA (madeira), e sempre tinha que ser retirada a cada manhã, antes que outro sacrifício fosse colocado na lareira.
AS CINZAS representam as experiências DO PASSADO e as que EXPERIÊNCIAS QUE NÃO AGRADARAM A DEUS, estas temos que jogar fora de nossas vidas:
- Decepções - Frustrações - magoas - Pecado
PORQUE PECAMOS, SOMOS PECADORES E FALHOS E CONVIVEMOS COM PESSOAS COMO NÓS, SEJA NA IGREJA, OU FORA DELA, ENCONTRAREMOS SITUAÇÕES NAS QUAIS PODEMOS SER MAGOADOS, FRUSTADOS E DESCEPCIONADOS.
Fp 3:13-14 – está escrito para esquecermos as ESCENDO DAS COISAS QUE PARA TRÁZ FICAM.
A BÍBLIA DIZ QUE ERA O SACERDOTE TIRAVA AS CINZAS, PORTANTO, NÓS QUE TEMOS QUE TIRAR AS CINZAS DO ALTAR DO NOSSO CORAÇÃO, ATRAVÉS:
- DO ARREPENDIMENTO PURO E VERDADEIRO;
Sem arrependimento não temos perdão;
- QUANDO LIBERAMOS PERDÃO PARA COM AS PESSOAS QUE NOS MAGOARAM.
d) OFERTA PACÍFICA - Lv 6:12b
JUNTAMENTE COM O SACRIFÍCIO, TINHA A OFERTA PACÍFICA (Lv 7:12) - SIGNIFICA AÇÃO DE GRAÇAS.
Significa que no junto ao sofrimento, ao SACRIFÍCIO, TEMOS QUE DAR GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM E A SUA MISERICÓRDIA DURA PARA SEMPRE.
AÇÃO DE GRAÇAS significa um ATO de DEVOÇÃO a DEUS, agradecimento por um bem:
O SACRIFÍCIO MAIOR FEITO POR NÓS – CRISTO JESUS – O CORDEIRO DE DEUS.
Portanto, nenhum sacrifício que podemos fazer irá ser MAIOR que o que NOSSO SENHOR , fez na CRUZ do CALVÁRIO. Este é o principal motivo:
ATRAVÉZ DO SACRIFÍCO DE CRISTO É QUE ELE
PAGOU A NOSSA VIDA COM O SEU SANGUE.
CONCLUSÃO
Mt 16:24 “... se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua CRUZ e siga-me”.
Somos NAÇÃO SANTA, SARCEDÓCIO REAL, a partir do momento que REALMENTE JESUS é O SENHOR da NOSSA vida , isto significa que:
1) ELE ME CHAMOU E ESCOLHEU
2) EU ATENDI O CHAMADO E FUI ATÉ ELE
A PARTIR DO MOMENTO QUE TENHO UMA VIDA COM CRISTO
1) OFEREÇO-ME COMO SACRIFÍCIO VIVO, SANTO E AGRADÁVEL A DEUS;
2) JÁ NÃO VIVO MAIS EU, CRISTO VIVE EM MIM;
3) A MINHA VIDA ESTÁ NA CRUZ DO CALVÁRIO
- Não vivo de paixões carnais, e não sou escravo do pecado;
4) MINISTRO O MEU SACRIFÍCIO NA CRUZ, ATRAVÉS DA OBEDIÊNCIA, DAS MINHAS ORAÇÕES E DA MINHA CONSAGRAÇÃO.
5) SOU VESTIDO COM AS VESTES DA SALVAÇÃO
6) SE EU TROPEÇAR, NÃO FICAREI PROSTADO, ELE ME LEVANTARÁ, ATRAVÉS DO MEU ARREPENDIMENTO OBTENHO O PERDÃO.
7) ESTANDO EM CRISTO SOU REVESTIDO COM O PODER DO ESPÍRITO SANTO
LV 6:13 – “O FOGO ARDERÁ CONTINUAMENTE SOBRE O ALTAR; NÃO SE APAGARÁ”
“MAS RECEBEREIS PODER, QUANDO
VIER SOBRE VÓS O ESPÍRITO SANTO”
terça-feira, 21 de junho de 2011
PREGADORES E MÚSICOS
A propósito do modo como nos comportamos no culto
O pregador que não participa plenamente dos cânticos não tem condições de ter ouvintes completamente atentos à sua mensagem.
É desinteressante ouvir alguém apresentar a mensagem cantada no culto sem ter interesse na mensagem pregada.
O pregador que não valoriza a mús...ica no culto, ainda não aprendeu a valorizar sua própria pregação.
O músico que participa do culto sem valorizar a pregação, desvaloriza sua própria música.
É cantando alegremente com a igreja que o pregador tem a oportunidade de mostrar que a alegria apresentada em seu sermão é uma realidade em sua vida.
Quando o músico canta e se retira do culto retira com ele parte da força da mensagem que cantou.
O pregador não participa do culto por sua habilidade em transmitir a mensagem, mas porque sua alma necessita ser saciada.
O músico não participa do culto por sua capacidade musical, mas por ser uma alma carente que anseia pelas correntes das águas.
O trabalho do pregador no culto não se justifica pela oratória, mas pela profundidade da experiência com Deus que não pode deixar de ser partilhada.
O trabalho do músico no culto não se justifica pela arte, mas pela profundidade de sua experiência com Deus.
Se o pregador não tiver a sensibilidade do músico, sendo arauto e artista, sua mensagem será tão árida que não alimentará as almas famintas.
Se mais que um artista o músico não for também um arauto, a musica que ele apresenta no culto só estará fazendo barulho.
Pregador e músico, juntos, não formam um duelo, mas o único dueto cuja melodia é capaz de salvar os perdidos e edificar os salvos.
(Jilton MORAES. Ilustrações e poemas para diferentes ocasiões. Editora Vi
da, p. 157)
terça-feira, 7 de junho de 2011
Cristão, também é cidadão. Texto sobre a manifestação cristã do dia 1º /06/2011
CRISTÃO TAMBÉM É CIDADÃO
Quando os cristãos começam a entender que não só podem, como devem tomar posição como cidadãos, se levantando contra as artimanhas políticas que Satanás tem usado para afrontar os princípios cristãos, não apenas no campo espiritual, mas também no campo social, nós cristãos temos que nos posicionar de forma radical e organizada, fazendo juz ao adjetivo de 'sal da terra' e 'luz do mundo'.
Qualquer pessoa que fica muito tempo em uma escuridão e logo aparece um holofote, seus olhos irão doer, mas logo começará a enxergar, é assim também no campo espiritual, pessoas que estão nas trevas da homoafetivide, da pedofilia, da fornicação, das drogas, quando são confrontadas com o seu pecado, ou seja vem a LUZ DA VERDADE, pois o PECADO É TREVAS, as pessoas sentem-se incomodadas, pois falam que tem uma "espiritualidade", porém apenas funciona para não dizer que é ateu, e que acredita em algo, ou tem um "tipo de fé", porém, são pervertidamente inclinados para a oposição aos ensinos de Cristo, tornando-se assim, anti-cristos.
Todo o cidadão é GARANTIDO PELO ARTIDO 5º DA CARTA MAGNA, e a parte universitária que é contra a PLC 122/06 e o Kit Gay, manifestaram como ciadãos/cristãos.
Várias frentes da ciência psiquiátrica tem pesquisado sobre a possibilidade de encontrar algo que "prove" que uma pessoa nasça com a tendência homoafetiva, porém, fora "teorias" e "suposições", os únicos materiais científicos da atualidade, que são de conceso na maior parte dos cientistas é que na ordem cromossômica não possui alteração que venha justificar tal hipótese, o que se tem é algumas pesquisas que mapeam as regiões de ação do cérebro que em algumas áreas, principalmente a que se refere à atitudes (ou seja comportamento), é que são diferentes das dos heterossexuais.
Em contra ponto desta constatação, sabe-se que quando uma criança começa a aprender a escrever, as áreas mais propensas que ela mais utiliza começa a funcionar melhor com mais eficácia, como exemplo: ser destro ou canhoto: uma criança que é destra, tem o lado do cérebro mais desenvolvido da parte que corresponde ao lado destro (direito), porém, se ela sofrer um acidente e tiver amputada a a mão direita, ela pode naturalmente desenvolver as habilidades normais, tais como a destra, com a mão esquerda, desenvolvendo assim, gradativamente o lado do cérebro que corresponde à utilização dos movimentos do lado esquedo. Prova-se então, que esta "tese" sobre o cérebro da pessoa com tendência homoafetiva, foi necessáriamente aprendido e não nato, como alguns cientistas tendenciosos, querem "provar".
Outra questão é da HOMOFOBIA, que para o discionário de psiquiatria significa: é uma pessoa DOENTE que quer matar um homossexual”, e essa terminologia não se encaixa nessa nomeclatura, uma vez que existe uma diferença entre criticar conduta e discriminar pessoas.
A PLC 122/06 , afirma de maneira ALTMENTE absurda que até um pensamento filosófico contra a conduta Homoafetiva receberá punições de 2 a 5 anos de cadeia. No entanto, o ser HUMANO, como disse acima, não nasce Homossexual, assim como uma pessoa nasce branco ou um negro, ou indígena, ou asiática, homosexualidade é COMPORTAMENTAL segundo a própria psiquiatria, o que se tem é somente especulação.
Acima de tudo a CARTA MAGNA, diz:
Constituição brasileira de 1988
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
V - o pluralismo político
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, liberdade, igualdade, segurança e a propriedade, nos termos seguintes:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
Art. 220º A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
Título VIII
Da Ordem Social
Capítulo VII
Da Família, da Criança, do Adolescente e do Idoso
Da Família, da Criança, do Adolescente, do Jovem e do Idoso
(Alterado pela EC-000.065-2010)
Art. 226 - A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
§ 1º - O casamento é civil e gratuita a celebração.
§ 2º - O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento
§ 4º - Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
§ 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.
Diante do exposto na Constituição Federal, a PLC 122/06 e o Kit Gay, ferem a nossa Lei Maior do Estado de Direito, e como cidadãos, não podemos aceitar as arbitrariedades de uma minoria que quer impor seu comportamento pervertido como algo normal e digno de admiração, onde perverte os valores familiares.
Quero deixar bem claro, que a questão não é contra a pessoa que tem a opção homoafetiva, e sim contra a sua prática, pois amo os homossexuais (tenho parentes que nesta situação) e nunca deixei de tratá-los com respeito e dignidade, porém, é inviolável o direito de me posicionar quanto à prática, isto não é discriminação, além do mais, creio que JESUS CRISTO, pode libertar qualquer pessoa de seu comportamento pecaminoso, seja qual for: vícios, pornografia, alcoolismo, pedofilia, roubo, assassino, adúltero, fornicação, charlatanismo, e dentro outros que agridem os princípios estabelecidos por DEUS e o homossexualismo é um deles:
Rm 1:27 "E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outos. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e por isso recebem em si mesmos o castigo que merecem por causa dos seus erros. "
Portanto, quero dizer que para mim foi um privilégio participar desta manifestação com meus amigos e irmãos universitários cristãos, em especial: Gilberto e Priscila, onde juntamente com uma galera expressamos nossa indignação sobre este projeto infame e pervertido, onde estas pessoas são as principais vitimas: a maioria (segundo pesquisas) sofreram abusos sexuais provenientes de pedofilia, outras vítimas de violência doméstica, outras de um erro na educação e outras por influência satânica. Com o nosso posicionamento, exercemos, assim, nossa cidadania, sendo SAL E LUZ para este mundo tenebroso.
SHALOM ADONAI
Leumane Rabelo
FOTOS DO DIA 1º/06/2011

Gilberto, Leumane e Priscila.

Momento em que os Parlamentares e alguns pastores desciam a rampa do Planalo para começar a manifestação: Gritamos: Liberdade de Expressão!!!! Liberdade de Expressão!!!

Gilberto, Leumane e Priscila.
Momento em que os Parlamentares e alguns pastores desciam a rampa do Planalo para começar a manifestação: Gritamos: Liberdade de Expressão!!!! Liberdade de Expressão!!!
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